ASSOCIAÇÃO

Projetos Cofinanciados pela UE
May 18

Projeto - Tradição Competitiva

 

Designação do projeto| Tradição Competitiva 

Código do projeto| POCI-02-0853-FEDER-017147 

Objetivo principal| Reforçar a competitividade das pequenas e médias empresas 

Data de início |01-05-2016 

Data de conclusão |30-04-2018 

Custo total elegível| 1.101.176,47 € 

Apoio financeiro da União Europeia|591.607,06 € 

Síntese do projeto: Objetivos e resultados esperados

O Projeto tem como principal objetivo reforçar as capacidades de organização e gestão das empresas portuguesas, através da implementação de sistemas de gestão e de um reforço nas competências de TIC e marketing digital, contribuindo para a melhoria das condições imateriais de competitividade e inovação. Assim, este projeto materializa-se num plano de intervenção estruturado e coeso e que visa apoiar 13 empresas.

Objetivos específicos:

- Dotar as empresas com ferramentas que lhes permita atingir melhores níveis de Inovação Organizacional e Gestão

- Capacitação das PME’s ao nível da Economia Digital e Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC)

- Capacitar as empresas para a criação de marcas e design inovador que lhes permitam ser reconhecidas e valorizadas no mercado

- Partilha de conhecimentos, demonstração e disseminação de resultados do projeto

- Ações de acompanhamento, divulgação e avaliação do impacto do projeto

 

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Jan 05

Artesanto By Tradition 2015/2016

 

Designação do projeto: Artesanto By Tradition 2015/2016

Código do projeto: POCI-02-0752-FEDER-000105 

Objetivo principal : Internacionalização

Região de intervenção: Região Norte, Centro e Alentejo

Entidade beneficiária: Associação de Artesãos da Serra da Estrela

Data de aprovação 29-05-2015

Data de início 01-07-2015

Data de conclusão 31-12-2016

Custo total elegível: 628175,99 EUR

Apoio: FEDER - 346432,59 EUR

Objetivos, atividades e Resultados Esperados/Atingidos.

O projecto da AASE insere-se na tipologia Internacionalização pois visa essencialmente a promoção e a participação do artesanato português em territórios internacionais através da presença de empresas e da AASE em feiras a realizar em países europeus nomeadamente: Espanha, França, Itália, Holanda e Alemanha.

Economicamente estas acções são na sua justa medida uma mola real para as economias locais onde as produções se desenvolvem a partir de matérias-primas específicas, que com arte e engenho, são cotadas muito acima do simples valor material. Os produtos artesanais têm, por isso, uma componente de valor acrescentado superior a qualquer outro produto.

A participação numa feira no estrangeiro é um facto económico extremamente motivador para as empresas participantes, pois permite não só a venda de produtos em territórios diferentes do nacional e a consequente penetração nesses mercados, mas igualmente o conhecimento mais profundo dos consumidores desses países, das suas necessidades e motivações, permitindo a estas empresas a melhor adequação da sua actividade a novas realidades.

A sustentabilidade deste projecto é garantida pela forte participação dos artesãos que vêem nesta oportunidade a possibilidade de alcançar mercados alternativos podendo assim contornar a forte concorrência de produtos estrangeiros, que lhe tomaram muito do seu espaço em mercados de proximidade.

O apoio à criação de novos mercados aliada a uma forte capacidade de adaptação das produções artesanais fazem deste projecto um forte meio para a diversificação dos mercados e menor dependência das conjunturas e consumos nacionais, diminuindo assim os riscos de perda de rentabilidade e de mercado.

Este projecto, da iniciativa da Associação dos Artesãos da Serra da Estrela, será materializado num conjunto de acções de participação em Feiras Internacionais e pretende responder com eficácia às carências evidentes de empresas da área do Artesanato nomeadamente as relacionadas com os Mercados e com o Marketing.

Pretende igualmente fortalecer a inserção dos produtos artesanais nos diversos mercados internacionais, especialmente através do mercado turístico e do comércio à escala global, procurando ciar novas vias de comercialização de modo a integrar de forma definitiva a produção artesanal nas rotas dos intercâmbios comerciais.

Pretende-se ainda oferecer a oportunidade aos artesãos nacionais, que, dadas as especificidades das suas actividades, não possuem meios próprios para se deslocarem ao estrangeiro e aí colocarem o produto das suas actividades.

Este projecto tem ainda como objectivo fundamental a criação de um espírito de cooperação e de unidade (tendo como marca aglutinadora a marca Portugal) entre os artesãos de modo a criar condições de visibilidade comercial.

Atividades

Este projecto materializa-se pela participação activa em feiras internacionais onde a actividade artesanal e de base local constitui um aspecto central.

Desta forma a AASE pretende promover a participação das empresas nessas feiras assumindo uma função dinamizadora e coordenadora, chamando a si a responsabilidade de organizar, dinamizar e coordenar as actividades inerentes à participação nos certames por parte das empresas e artesãos que se candidatam.

Para que o projecto se materialize são necessárias diversas actividades, das quais destacamos:

- levantamento de necessidades das empresas em matéria de internacionalização e recolha de pré-inscrições

- elaboração de candidatura ao QREN

- apresentação e divulgação do projecto às empresas e associados

- levantamento de dados para aferir a elegibilidade das empresas

- selecção das empresas participantes no programa

- criação de base de dados de gestão do projecto

- contactos com as entidades organizadores das feiras para contratualização de espaços

- organização de viagens e estadias

- organização de transporte de mercadorias para exposição e venda nas feiras

- organização do posicionamento das empresas nas feiras e áreas a ocupar

- concepção de conteúdos e de materiais de comunicação para uso nas feiras

- organização de contactos em feira com entidades locais e com possíveis canais de distribuição para futuros negócios

- participação na :

Salon Internationale Agriculture-Paris-FR-2016

Foire- Lyon- Fr-2016

Feira de Nanterre- FR-2016

Foire de Paris- FR-2016

Mostra Mercato Internationazionale dell Artigianato Firenze - IT-2016

Fiera Campionaria Internationale di Padova-2016

Foire de Printemps Fruhjahrs Messe- Luxembourg-2016

Feira de Cenon-2016

Feira de Bordeaux-2016

Feira Arcu Atlantico de Gigon-2015

Feira das Mostras-2015

Feira de Salamanca-2016

Foire Internationale de Clermont-Ferrand-2015

Foire Europeen de Strasbourg-2016

Foire de Marsella-2016

Feira Internacional Zafra-2016

Feira de Automme Paris-2015

Feira Internationale et Gastronomique de Dijon- 2015

Feira de Milão 2015 e 2016

- Manutenção e actualização de Site do Projecto para divulgação, entrevistas, apresentação das empresas e da AASE, acontecimentos nas feiras, plataforma de negócios  no site, área reservada para gestão da AASE em relação ao projecto.

- criação de caderno da AASE - actualização

- avaliação do projecto e relatório final

- Seminário aberto de disseminação de resultados

EMPRESAS - 20

Início do projecto a Julho de 2015 e términus a 31 de Dezembro de 2016

O projecto faz-se pelo cruzamento das necessidades e estratégias individuais das empresas com a oferta de feiras internacionais existente, sendo que a AASE procede à escolha das feiras em função dos níveis de intenção de participação demonstrados pelas empresas e artesãos. Para que tal suceda, a AASE realiza encontros e entrevistas individuais com os interessados com a finalidade de aferir das suas verdadeiras necessidades, potencialidades e orientações estratégicas.

Estas acções são aquelas que melhor se adequam à tipologia das empresas a participar bem como à especificidade do sector, bem como à experiência e actuação estratégica da AASE.

Os mercados escolhidos são próximos e conhecidos de anteriores participações por parte da AASE e de algumas das empresas permitindo assim tirar partido do maior conhecimento dos mercados e dos públicos que iremos encontrar.

Resultados

Este projeto sofreu várias vicissitudes decorrentes não só do agravamento da crise económica e da inexistência recuperação como pelo facto de várias empresas inicialmente interessadas terem sido afectadas com processos de fiscalização da Autoridade Tributária o que as fez desinteressar-se dos projectos de internacionalização, aumentando significativamente o número de desistências.

Não foi possível assim a presença em feiras como:

Comexposium: A organização Comexposium que não autoriza como Cliente a AASE por um associado ter feito uma divida grande (depois de se inscrever não participou), já foi solicitada a intervenção do agente da AICEP Sr. Jorge Ruivosendo pois sendo excluídos como cliente não podemos participar nas feiras organizadas directamente por esta entidade.

Salon Agriculture[1-6]- por ser organizada pela Comexposium

Feira de Nanterre França [13-18]- stand oferecido e um carro frio que serviu lá de armazém, e o alojamento foi um dos familiares (Fumeiro de Seia)

Feira Paris[19 a 24]- organizada pela Comexposium

Mostra Firenze IT[25 a 30] Feira muito cara e pouco rentável para os nossos produtos: decaiu por completo o numero de interessados;

Fiera Campionaria de Padova IT[25 a 36]a área destinada a Portugal não era do agrado dos interessados pela afectação a outras origens que não a nossa;

Fiera de Printemps Frujahrs Messe Luxembourg [37-42] : A orientação da Feira vetou a presença de Portugal fora da zona dos alimentares, anulando assim a inscrição por desacordo da área atribuyida a Portugal ( cita num canto extremo/fora da visibilidade pretendida )

Feira de Cenon [43 a 48] - Stand oferecido pela Feira e localização de familiares

Feira de Bordeaux [49 a 54] - Ninguém quis ir para o Pavilhão 4 - resto do Mundo, enquanto os interessados pretendiam o stand da Gastronomia.

Feira das Mostras Espanha [61 a 66] Não foi organizada, o municipio não organizou a feira.

Feira de Salamanca[67 a 72]: pela proximidade os participantes não tiveram custos dado o stand ter sido oferecido e pela proximidade os participantes deslocaram-se diariamente;

Feira de Clermont-Ferrand [73 a 78]: Quando nos inscrevemos meio ano antes da feira já não havia lugar;

Feira de Marsella[ 85-90]:Não nos atribuíam um lugar na gastronomia, produtos característicos de um território e apenas nos permitiam criarmos um " Restaurante".

Feira de Zafra [91 a 96] Não houve interessados, tendo desistidos os inscritos relacionados com as cerâmicas dado que esta feira é só para as cerâmicas;

Feira de Automme França [97 a 102] Comexposium, a AASE organiza mas não pode ser assumida pela AASE diretamente pela questão anteriormente exposta.

Feira de Dijon [103 a 108]: Motivado pelo perfil da Feiras, tendo em conta o número de participantes, decidiram não realizar esta feira .

Custos com Apoio Técnico [120] não aceite numa perspectiva de poupança e redução de custos por parte das Empresas.Com impacto e redução de custos nas atividades relacionadas com a AASE no que diz respeito aos custos com Promoção e Divulgação, Publicidade, Custos de Participação e Disseminação de Resultados (o que neste caso a fatura veio fora do período de elegibilidade do projeto[ 115-116-117-118-119]).

Desta forma foram realizadas as seguintes Feiras:

Feira Gijon 25 de Julho a 2 de Agosto 2015

Participantes: Narrativalegre, Ponto de Gosto, Branquinho & Branquinho

L’Artigiano in Fiera 2015 de 5 a 13 de Dezembro 2015

Participantes: Saudade Lusa, Lda, Damar, Daniel Amarelo, Carola&Borralho, João Clara, Mimoso Olaria de Juncais; Lombo do Ferreiro; Jonatas Oliveira; Ana Catarina Lourenço; Renato Gonzaga Vieira Coelho; Teresa Silva Pereira; Artestórias, cooperativa de artes e oficios de Lousada; Vandel, Ceramicas de Coimbra, Lda; Godia, Lda

Participantes Empresas Não Apoiadas: Ozi; Guiomar; Maria Carvalho; Carla Dias; Nuno Campos

Foire Internationale de Lyon de 18 a 28 Março 2016

Participantes: Saudade Lusa; Fumeiro de Seia; José Maria Paiva.

Feira Lusitania Gastronomia e artesanato de Toulouse 10 a 12 de Junho 2016

Participantes: Gódia, Lda, Saber Intemporal; Ana Maria Brito Prod. Doces Licores, Lda; Fumeiro Artesanal de Seia.

Feira de Milão de 3 a 11 de Dezembro 2016 

Participantes: Ana Catarina Lourenço, Renato Gonzaga Vieira Coelho; Carola&Borralho; Saudade Lusa; Mimoso Olaria de Juncais; Jonatas Oliveira; Vandel, Ceramicas de Coimbra, Lda; Guiomar Rosa Henriques Ferreira; Bisaro - Salsicharia Tradicional.

Feira de Strasbourgo de 25 de Novembro a 24 de Dezembro 2016

Participantes: Godia, Lda; Saudade Lusa; Fumeiro Artesanal de Seia; Aromas do Valado Unipessoal, Lda;C arola & Borralho, Lda.

No que toca ao N.º de Ordem 127 Custos com Pessoal constatou-se a redução da imputação ao projeto tendo em conta a redução significativa na realização das Feiras por parte das empresas participantes.

Contudo no seu cômputo geral os objectivos foram alcançados estiveram presentes 21 empresas elegíveis, acrescendo 2 já após a sua participação em Feiras no ano de 2015, não continuaram com os requisitos das empresas (certificação Pme) não sendo possivel incluí-las no projeto (Ponto de Gosto e Narrativa Alegre). Ao longo do projeto foram efectuados várias ações de divulgação e promoção mesmo em outros países mas que não geraram custos por PORTUGAl , A AASE ser convidada.

Em conclusão como resultados apresentados o envolvimento de mais de 20 empresas no projeto, a participação em mais de 4 feiras, com custos associados temos 6 Feiras, realizadas em Espanha, França e Itália, com uma previsão de vendas no pós projeto a alcançar os 18%, associando a um grau de alavancagem do negócio superior a 25%, tendo em conta também as vendas indirectas, relacionadas com contactos efectuados com distribuidores.

A marca aglutinadora PORTUGAL foi defendida sendo catapultada pela AASE para outro nível preparatório de eficiência e qualidade trazendo aos nossos associados e à representação Portuguesa um maior nível de excelência.

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A Associação - abrir caminhos para o futuro

A Associação de Artesãos está à disposição dos seus associados no apoio às dúvidas e necessidades.

Mas vai mais além, segue um caminho paralelo de intervenção na construção do futuro, fazendo ouvir a sua voz junto das autoridades e instituiçãos governamentais e tornando-se num poder que faz a diferença na área do artesano.

Toda a actividade baseia-se na filosofia de que pode-se criar riqueza com o trabalho, tirando partido dos recursos locais, rentabilizando esse trabalho com a venda dos produtos não só em mercados locais mas também em mercados mais distantes.

Associação de Artesãos da Serra da Estrela e Região Centro (c) 2010                                             Ideias Soberbas